sábado, 9 de abril de 2011

O Guppy de Qualidade

O guppy de qualidade é aquele que possui as nadadeiras com cores de mesmo padrão e mesma tonalidade exata, com tamanho proporcional entre elas e que além de tudo passe para seus descendentes as mesmas características genéticas sem muita variação. O corpo também tem de ser proporcional. A princípio eu achava que todo guppy de nadadeiras caudais em véu e compridas era bom, porém com o tempo descobri que é somente o primeiro passo pois além desta, a dorsal também tem de ser comprida e com mesmas cores. Já as fêmeas tem de ser boas reprodutoras , grandes e ter nadadeiras coloridas. Este é um macho da linha "Red" de guppies premiados do famoso criador Norte Americano Stan Shubel.







Red de Frank Chang Macho Red de Frank Chang



Guppie de Berlim ou "longfin" - macho é estéril - cores da dorsal não combinam com a caudal.







Machos Mocsaicos platinuns - RZ



Perfeito guppy da linha verde - dorsal e caudal da mesma tonalidade.





















Guppy03.jpg (44423 bytes) Macho Green de Jim Alderson




coral blue - Rodrigo Ziviani



Macho purple mosaico platinum - Rodrigo Ziviani




Machos Hb AOCs - Rodrigo Ziviani




Macho Yellow Mikarif - Rodrigo Ziviani



Macho Moscow Black - Rodrigo Ziviani




Platinum Mosaico Red de Rodrigo Ziviani



Mosaico Albino de Rodrigo Ziviani

Aquário de Criação

Deve ser de mais ou menos de 50 litros e sem nenhum ornamento para facilitar a visualização dos peixes e evitar qualquer contaminação por intermédio de plantas ou pedras. Os meus são de 60 x 30 x 30 cm para adultos e 25 x 30 x 40 cm para filhotes. O aquário de criação deve ser encarado como um laboratório de pesquisa.

Para um aquário destas dimensões um filtro interno é o suficiente, com lã e carvão ativado. Porém caso queira usar um filtro com bomba submersa de espuma ou similar é bom também, porém para muitos aquários o custo se eleva.


A iluminação ideal é a natural. As algas verdes são benéficas aos peixes. Porém quando se tem aquário em ambiente fechado aconselhamos iluminação com lâmpada fluorescente roxa. Esta controla o crescimento das algas verdes que é alimento para os peixes. O ideal é no mínimo 8 horas de exposição por dia. As lâmpadas fluorescentes brancas ajudam o crescimento de algas marrons que não são boas para os peixes. A lâmpada comum incandescente ajuda no crescimento de algas verdes porém em um aquário com muita exposição estas crescem em demasia. Pode-se também mesclar lâmpadas incandescentes com lâmpadas fluorescentes roxas. A iluminação do aquário aumenta o metabolismo dos peixes fazendo com que se alimentem mais, se movimentem mais, cruzem mais e cresçam mais rápido porém todo excesso é prejudicial. Eu tenho timers elétricos em meus tanques que são iluminados de 8:20 às 12:20 hrs e de 17:00 as 21:20 hrs diariamente.






Guppy32.jpg (27761 bytes) Aquário para nascimento de alevinos (com maternidades e timer)

Tipos de Maternidade





Existem diversos tipos de maternidade encontradas no comércio, geralmente feitas de acrílico, de telas, etc. Na prática observei que as fêmeas confinadas em espaço curto, sem aeração se extressam facilmente podendo ter filhotes prematuros que morrem em sua maioria. Para resolver este problema existem outras formas de maternidade que quase não causam problemas para as mesmas. Uma delas, a que eu acho a melhor, é separar a fêmea em um aquário de 20 litros em média sendo que dentro deste colocamos obstáculos que impedem a fêmea de comer os filhos. Por exemplo eu coloco tela de plástico tipo mosquiteiro com malha que dê para o filhote passar no topo do aquário e enrolada tipo caracol dentro do mesmo. Assim a fêmea não come as crias e pode ficar indefinidamente neste espaço sem se extressar. Outra forma é uma caixa de tela que pode ser construída com vidro, silicone e a mesma tela descrita anteriormente. Esta deverá ficar presa no topo do aquário e com dimensão de 10 x 14 x 10 cm em média. A vantagem desta é a aeração permanente evitando o extress. Para isso deve-se ter um aquário maternidade podendo ser fixadas mais de uma caixa em seu topo. Os filhotes ao nascerem caem para dentro do aquário passando no meio da tela e assim não são devorados.

Veja um vídeo de minha maternidade -VIDEO 1


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Outro processo é colocar em um aquário plantas do tipo "Rabo de Raposa", "Cabomba", com tela e vidro na vertical dividindo o mesmo.








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Guppy31.jpg (19333 bytes) Maternidades







Formas de Criação

As pessoas podem ter guppies com outros peixes, pois este é onívoro e pacífico com outras espécies de peixes. Porém deve-se ter um cuidado especial na escolha dos companheiros que irão habitar o mesmo tanque pois por ser um peixe colorido, de nadadeiras compridas em sua maioria é alvo fácil de outras espécies mais vorazes. Aconselha-mos tê-lo com outros Poecilíeos tais como o Molinésia, Plati, Espada, alguns Anabantideos tais como Tricogaster Leri, Colisa, Beijador, poucos Ciclídeos tais como Ramirezi, Acará Disco, peixe "gato" tais como Limpa vidros e pequenos cascudos não esquecendo de obter espécies que tenham características semelhantes quanto ao pH e temperatura. Mesmo assim devemos sempre observar os hábitos de cada indivíduo no aquário pois pode ser que algum peixe "não se adapte bem com o outro" e neste caso a melhor opção e retirar o "problema" do aquário.

Linhagem - Quando dizemos que um guppy tem a "linhagem pura" é aquele peixe em que já foi feito um árduo trabalho de aprimoramento e desenvolvimento genético de algumas características importantes das quais serão descritas adiante como fatores de identificação do grau de pureza de determinado exemplar. Existem diversas linhagens puras de Guppies que recebem nomes diferentes de acordo com o lugar onde foi desenvolvida e cor da mesma etc. Citarei algumas linhagens tais como os cobras ou Snakeskin, Black, Dourado ou Red, Tuxedo, Verde, Roxo, Azul, Black AOC (Any Other Color) é o preto com nadadeiras de outras cores (Azul, Roxo, Vermelho, Cobra etc).


Toda linhagem de guppy foi desenvolvida através de cruzamentos pré determinados derivados sempre em sua origem do espécime selvagem. Este possui características genéticas dominantes sobre todas as demais. A tendência de todo cruzamento mal executado é adquirirmos cada vez mais guppies selvagens por melhor que sejam as matrizes.


Uma diferença muito grande é irmos a uma loja de aquários, comprarmos guppies distintos e misturá-los sozinhos ou em aquários comunitários. Neste caso teremos crias que produzirão peixes mestiços de diferentes linhagens e qualidade cada vez mais se assemelhando ao Lebiste nativo ou seja sem cores e pequeno. Outra é termos matrizes puras de linhagem e idade semelhantes, em tanque próprio sem outros peixes com pH e temperatura variando respectivamente de 7,0 a 7,2 e 25 a 28° C. Neste caso você esta tendo toda oportunidade de conseguir filhotes de qualidade.


A partir de agora daremos ênfase a esta criação específica que é a criação somente de guppies, procurando-se obter qualidade e aprimoramento. A genética nesta espécie e algo fantástico pois o Guppy tem a capacidade de mudar diversas características em uma mesma linhagem. Por isso o trabalho de aprimoramento genético e manutenção de uma linha pura de peixes através das gerações, com a mesma qualidade das matrizes iniciais é um desafio fascinante que requer trabalho, paciência, dedicação e espaço para tal.


O Guppy é um peixe muito fértil com uma vida sexual muito ativa em média a partir dos quatro meses de vida. Ele vive em média de um ano a um ano e meio e cada fêmea dá cria a cada 28 dias em média. O número de filhotes varia de 5 a 180 filhotes dependendo do tamanho da fêmea, linhagem, alimentação e qualidade da água do tanque. Minhas fêmeas com seis meses dão em média 50 filhotes por cria. Porém algumas fêmeas podem dar a luz com 3 meses fecundadas por machos de um mês e meio (peixes com crescimento e desenvolvimento sexual precoces).


O primeiro passo é a escolha das matrizes - Quando adquirimos um casal de lebistes estamos adquirindo toda uma história genética que procuramos conhecer se sabemos a procedência da mesma. Caso você compre em uma loja você poderá estar adquirindo boas matrizes porém com características genéticas (que de agora em diante definiremos como CG) antagônicas. Você compra por exemplo um macho de Cobra dourado e uma fêmea de Cobra Dourado, porém com antecedentes distintos, ou seja, cruzando entre si não se obtém filhotes de qualidade. É fato comum. Caso você consiga obter um padrão de qualidade deste casal demoraria anos. O melhor e você comprar matrizes de criador cujas CG sejam de confiança, ou seja, você adquiri matrizes puras ganhando assim anos em seu trabalho genético. No meu caso adquiri matrizes puras e desenvolvi e desenvolvo trabalho de aprimoramento em outras.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O importante é conhecer a água

A água deve ser conhecida não só quanto ao aspecto simples de ser o meio para os organismos aquáticos, mas também com relação a sua qualidade, visto as modificações, interações e possíveis efeitos sinérgicos que possam ocorrer entre os inúmeros elementos e/ou substancias componentes deste meio. Com certeza a introdução de qualquer elemento ou substancia acarretará alterações no seu equilíbrio, causando resultados nem sempre favoráveis com relação ao desenvolvimento e sobrevivência dos organismos, podendo determinar efeitos ainda não bem conhecidos ou de possível acompanhamento. Deve-se levar em conta também, a possibilidade de servir como abastecimento direto ao ser humano. Por outro lado a piscicultura intensiva ou mesmo qualquer outra forma de criadouro "confinado", consiste em produzir-se grandes quantidades em relação a superfície, volume e alimento utilizado. Esta prática é caracterizada como atividade agrícola não itinerante, onde o viveiro não se desloca, sendo a produção, salvo em circunstâncias excepcionais, obtida a partir da fertilização da própria água e/ou alimentação artificial, necessitando portanto de uma fonte econômica de abastecimento. Conhecer qualitativamente e quantitativamente os efeitos, por exemplo, dos chamados "resíduos orgânicos" lançados na água para criação de peixes, como biofertilizantes ou mesmo alimento, é fator preponderante para o sucesso consciente de qualquer "aqüicultura". Os possíveis níveis de comprometimento da qualidade da água e dos indivíduos deve ser imaginado e mensurado.


0 uso indiscriminado de resíduos, como bagaço de laranja, vinhaça/vinhoto ou mesmo de efluentes de biodigestor alimentado de "baronesa/ aguapé", deve ser visto como atitude até mesmo impensada, por não ter sido levada em conta a origem desses resíduos.


A utilização da prática "teleológica", deve ser feita conscientemente, no caso da obtenção de alimento para o ser humano, portanto sem possibilidade de contaminação. No decorrer deste artigo, procuraremos fornecer de uma maneira simples, o significado de importantes variáveis fisico-quimicas e biológicas e as interações entre elementos e/ou substâncias potencialmente tóxicas numa criação artificial ou mesmo na preservação natural de organismos aquáticos.


Aqui iniciamos, abordando apenas algumas variáveis que nos parecem importantes, não tendo portanto a intenção de esgotarmos o assunto em todos os seus tópicos, inclusive esperando que os leitores nos façam sugestões ou mesmo solicitem que abordemos questões de interesse mais imediato. Ferro: 0 ferro está presente no ambiente aquático em concentração e em formas variadas, dependendo da geologia da área e de outros componentes químicos da água, podendo ocorrer na forma iônica (sais solúveis) e em formas coloidais, formando compostos complexos naturais organometálicos ou mesmo composto húmicos. Os compostos ferrosos ocorrem geralmente em águas ácidas e freqüentemente em água sem oxigênio. Estes compostos são rapidamente oxidáveis quando em águas oxigenadas. Pode ocorrer então a formação de hidróxidos de ferro, que é um precipitado amarelo ocre, ou óxido de ferro, que toma a forma de precipitado vermelho. Águas acidas, neutralizadas pela perda de CO2, em geral para atmosfera, permitem que sais ferrosos se oxidem por ação bacteriana, ocorrendo precipitação de hidróxido de ferro. Em soluções alcalinas, a oxigenação provoca a formação de um precipitado branco-esverdeado - Fe(OH)2 - Suspensões em forma de gel ou flocos de compostos ferrosos são extremamente prejudiciais a peixes, aglutinando nos filamentos branquiais, não permitindo a troca gasosa e conseqüentemente debilidade, seguida de morte.


Também os organismos filtradores, sofrem a ação física dessas formações, podendo causar-Ihes a morte. Para a preservação de organismos aquáticos em geral, o limite estabelecido em água é de ate 0,30 mg/l de ferro. Mercúrio: No seu estado metálico, o mercúrio é pouco ou nada absorvido, mas em compensação o metilmercurio, formado a partir da ação microbiana, o que ocorre ao nível superior de sedimento depositado no fundo dos ambientes aquáticos, apresenta grande capacidade de absorção pelos organismos aquáticos. 0 mercúrio orgânico é de fácil acumulação, sendo muito tóxico, causando lesões no sistema nervoso. Segundo Jencen e Jernelov, no capítulo "Behaviour of mercury in the environment" do livro "Mercury contamination in man and this environment". 1972; o mercúrio na musculatura dos peixes ocorre, principalmente na forma de metil-mercúrio como resultado da diferença na taxa de acumulação de mercúrio inorgânico e metilmercurio. Nos peixes, além dos sintomas no sistema nervoso, acarreta rigidez, nadadeiras esticadas, movimentos lentos e perda do equilíbrio, podendo levar com certeza a morte. Em "Food and Drug Administration", FDA, 1973, 1974, encontramos que não se pode ultrapassar o limite de 0,5+g para mercúrio em tecidos de peixes, devido à sua rápida absorção e à relativa incapacidade de que estes organismos tem de excretar o metil-mercurio, nem que as concentrações em aquário produzam nenhum efeito tóxico observado nos peixes. Devido a metilação e bioconcentração de metil mercurio, os limites estabelecidos para o mercúrio devem considerar a cadeia alimentar entre os organismos aquáticos e o homem.


Nitrito-Nitrato: 0 nitrito é a forma mais oxidada do nitrogênio, provavelmente o ânion mais estável nas condições existentes nas águas superficiais. Envenenamento sérios já foram notados em crianças, devido a ingestão de água de poço contendo nitrato a uma concentração maior do que 10 mg/l, segundo Batalha & Parlatore em "Controle de qualidade das águas para consumo humano, 1977". 0 nitrito é considerado de alta toxidade e efeito mais pronunciado do que o nitrato, sendo que este último não apresenta efeitos tóxicos adversos para peixes, quando em concentrações inferiores a 90 mg/L (EPA, 1976).


Deve-se considerar que a forma nitrato, pode ser reduzida a nitrito e aí então tornar-se carginogênico para organismos, que é citado por A. D. Garcia Jr., em "Influencia de fenol na nitrificação em sistemas de lodos ativados, 1985". Considerando a alta toxidade e efeito mais pronunciado do nitrito em relação ao nitrato, recomenda-se que em mananciais a sua concentração não ultrapasse a 1 mg/l. (SEMA, 1977). Helcias B. de Pádua


Fonte: Revista Aquarista Junior nr. 13

Descubra o PH

Para que possamos escolher adequadamente os peixes e as plantas que irão compor a vida do nosso aquário, é importante conhecermos as características da água quanto ao seu pH, que é quimicamente, o valor do potencial hidrogênio iônico de uma solução qualquer. Utilizamos a Escala de Sorensen para indicar o pH de uma solução, escala esta compreendida entre O e 14. (O à 6,9: água ácida; 7: água neutra; 7,1 a 14: água alcalina).

Dependendo das espécies de peixes ou de plantas que temos no aquário, devemos observar o pH ideal para eles, pois, em geral, se adaptam bem em diversos e diferentes tipos e qualidades de água, mas sempre dentro de certos parâmetros, ou seja, que o processo de adaptação seja lento. Esta é a melhor explicação para o fato de peixes dito alcalinos estarem vivendo em águas ácidas, e vice-versa.


Para a medição do pH da água, adquira no comércio especializado um teste próprio, reativo que em contato com uma amostra da água do aquário nos indicará o seu valor (método colorímetro). Devemos observar semanalmente as condições de pH da água do aquário.


Observe que existem algumas características da água que devem ser compreendidas pelo aquarista, tais como:


=> o excesso de comida não ingerida pelos peixes, acidifica a água do aquário.


=> uma água ligeiramente alcalina (pH 7 à 7,4) apresenta forte vegetação, depósito calcário sobre as rochas, é esverdeada e tem cheiro característico.


=> uma água ligeiramente ácida (pH 6,8) é meio amarelada e a vegetação é pobre com folhas amarelas.


=> a amônia é tóxica em águas alcalinas. Em águas ácidas, toma a forma iônica que é relativamente atóxica.


=> a luz, os peixes, as plantas são importantes na estabilização do pH da água, pois supondo que ela não tenha materiais de efeito “tampão” (calcários) para mantê-las alcalina até um certo nível e valor, as plantas quando consomem, em presença da luz, o CO2 exalado pelos peixes, automaticamente evitam que a água torne-se ácida, por isso mantenha o seu aquário bem plantado, com iluminação adequada e quantidade de peixes ideal.


=> o carbonato de cálcio, característico em água dura e alcalina, executa efeito tampão, ou seja, impede que o pH da água caia. Por isso é que às vezes não conseguimos acidificar a água de um certo aquário, mesmo utilizando produtos químicos acidificantes. Quando isso ocorre, certamente o solo do aquário possui algum composto alcalinizante. Confira...


Experimentalmente temos observado que o xaxim mergulhado em uma vasilha com água durante quinze dias, depois muito bem lavado e escovado, quando colocado sobre a placa do filtro de fundo e sob a camada de pedra rolada (areião) que cobre o filtro acidifica a água naturalmente.


Na prática, montando um aquário ácido, teremos muito mais opções de escolha na hora de adquirirmos os peixes para o aquário. Apenas observe sempre o tipo de solo e decoração que você está projetando para ornamentar o seu aquário. Cuidado com o excesso de iluminação, que proporcionará um grande desenvolvimento de algas e impedirá a acidificação natural da água.


Aquário ácido: solo: cascalho neutro, xaxim, tronco, raízes. plantas adequadas: Cryptocorines, Ceratopterus, Echinodorus, Cabomba.


Aquário alcalino: solo: areia e pedras calcárias. Argila ou terra de jardim (nunca sobre o filtro de fundo). Plantas adequadas: Valisnéria, Sagitária. Elódea.


Fonte: Revista Aquarista Jr. nr. 1